Todas as vezes que um integrante da equipe econômica resolve tecer comentários sobre o valor de um determinado ativo, o mercado testa, no dia seguinte, até onde vai a convicção do governo. Quando o comentário vem do chefe da equipe, esses testes tendem a ser mais fortes.

Isso é uma tradição. O ministro da Economia, Paulo Guedes, sabe disso e deveria ter pensado sobre esse efeito colateral ontem, antes de apresentar sua análise sobre o “preço” do dólar.