Crédito da imagem: s2-g1.glbimg.com
Uma tarde de turismo transformou-se em tragédia no famoso sítio arqueológico de Teotihuacán, no México, onde um ataque planejado por um atirador solitário deixou uma canadense morta e 13 feridos. Entre as vítimas estava uma adolescente brasileira de apenas 13 anos, que, felizmente, já recebeu alta hospitalar e encontra-se segura com seus familiares após o susto que chocou os visitantes de um dos marcos históricos mais importantes do continente.
As investigações revelaram um cenário perturbador: o agressor, um homem de 27 anos que tirou a própria vida após o atentado, planejou a ação com dias de antecedência. Em sua mochila foram encontrados manuscritos fazendo alusão a massacres ocorridos nos Estados Unidos na década de 90, sugerindo uma motivação baseada em isolamento social e ideologias violentas. Segundo o procurador-geral local, não há indícios de colaboração externa ou participação de grupos organizados.
Relatos de testemunhas descrevem cenas de pânico absoluto, com o atirador posicionado no topo de uma das pirâmides disparando indiscriminadamente contra a multidão. Uma guia turística relatou ter ouvido cerca de 30 disparos, em um episódio que levanta sérios questionamentos sobre a segurança em grandes destinos turísticos mundiais. O Itamaraty segue monitorando o caso para garantir toda a assistência necessária aos brasileiros afetados por este ato de violência extrema e irracional.
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