Empate técnico no primeiro turno: 39% para ACM Neto e 38% para Jerônimo
Na última quarta-feira, 29 de julho de 2026, dados da pesquisa Genial/Quaest revelaram um cenário de extrema competitividade na disputa pelo governo da Bahia. ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) mantêm-se em um empate técnico no primeiro turno, com margem de apenas 1 ponto percentual — 39% contra 38%, respectivamente. A margem de erro de 3 pontos percentuais, conforme metodologia do levantamento, reforça a incerteza do resultado.
A análise comparativa com a última rodada da pesquisa, divulgada em abril de 2026, mostra um movimento de aproximação: Jerônimo recuperou 1 ponto, enquanto ACM Neto perdeu 2 pontos. Essa dinâmica reduziu a vantagem inicial do ex-prefeito, transformando a disputa em um embate de forças equilibradas.
Segundo turno: vantagem marginal de ACM Neto, mas sem folga
No cenário hipotético de segundo turno, ACM Neto amplia sua vantagem para 43% contra 39% de Jerônimo, segundo a mesma pesquisa. No entanto, a diferença de 4 pontos percentuais — ainda dentro da margem de erro — não garante segurança ao candidato da União Brasil. A volatilidade do eleitorado baiano, refletida nas oscilações recentes, mantém o pleito em um patamar de alta imprevisibilidade.
Outros candidatos e cenário eleitoral
A pesquisa Genial/Quaest também mapeou a posição dos demais concorrentes. Aroldo Félix (UP) e Ronaldo Mansur (PSOL) aparecem com 1% das intenções de voto cada, enquanto José Estêvão (DC) não registrou pontuação. O índice de indecisos (13%) e a parcela de eleitores que optam por votar em branco, anular ou não comparecer (8%) somam um contingente relevante, capaz de influenciar o desfecho do pleito.
Consequências políticas e estratégias em jogo
A proximidade das eleições estaduais, agendadas para outubro de 2026, intensifica a pressão sobre as campanhas. Para ACM Neto, o desafio é recuperar o terreno perdido nos últimos meses, enquanto Jerônimo busca consolidar sua liderança e ampliar sua base de apoio. A capacidade de mobilização do eleitorado nos próximos dois meses será determinante para definir qual dos dois candidatos conseguirá romper o atual impasse e conquistar o Palácio da Aclamação.




