Lei da Reciprocidade acionada: primeira vez desde 2025
A FIEMG emitiu nota hoje (14) alertando sobre os riscos de uma escalada comercial com os Estados Unidos, após o governo brasileiro ter iniciado, na quinta-feira (13), consultas para aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica. O mecanismo permite ao país retaliar medidas consideradas prejudiciais à economia nacional, mas a entidade destaca que a prioridade deve ser o diálogo.
Defesa de interesses sem prejuízos à indústria
Segundo a FIEMG, o momento exige “firmeza na defesa dos interesses brasileiros, mas também responsabilidade para impedir que a disputa comercial avance”. A entidade lembra que a legislação já havia sido acionada em 2025, quando a Camex e o Gecex reconheceram seu enquadramento formal. A decisão sobre quais contramedidas adotar ainda não foi anunciada.
Impacto econômico em análise
A FIEMG argumenta que retaliações mútuas prejudicariam não apenas a indústria, mas também investimentos e empregos no Brasil. A entidade sinaliza que, diante das tratativas bilaterais em andamento, o governo optou por não avançar com medidas imediatas, mantendo o foco em negociações.




